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Καλώς ήλθατε στο ιστολόγιό μου
The new version of spacekids

Sejam bem vindos.

Arquivo: Julho 2008

27/07/2008 GMT 1

Ops fiz uma confusão...hehehehe

paulosilva @ 22:49

a primeira imagem do post anterior é o GIR depois e a segunda imagem do lado da primeira é o GIR antes,ok?
Tchau,
até o próximo post.

GIR (antes e depois)

paulosilva @ 22:45

gir1.jpgVou mostrar como era o GIR antes e o GIR depois:girbmp1.jpg

Jelly

paulosilva @ 22:39

Bom,no novo spacekids (BETA),terá novos pets só que pets evolutivos,isto é nós os adotamos pequenos e eles vão crescendo,essa é a imagem de um pet de BETA,evoluindo.jelly1.bmp

18/07/2008 GMT 1

Aquecimento Global ameaça 24% das espécies

paulosilva @ 13:30

Aquecimento global ameaça 24% das espécies
REINALDO JOSé LOPES da Folha de S.Paulo

Ainda é difícil imaginar a Terra sem quase um quarto das suas espécies vegetais e animais, mas é isso que pode estar à espreita daqui a meros 50 anos, se um esforço mundial para deter o aquecimento do planeta não for feito, alerta um estudo publicado hoje.

A previsão de sumiço de 24% das plantas e bichos do globo nem é a mais pessimista. Ela se refere a um grau mediano de mudança climática, aquela que viria se tivessem sucesso medidas para diminuir a queima de combustíveis como petróleo e derivados, que lançam na atmosfera gases ligados ao aquecimento global.

No caso de aumentos maiores do que 2C na temperatura média mundial por volta de 2050, até 52% das espécies poderiam se extinguir, com o desaparecimento das condições ambientais que garantem hoje sua sobrevivência.

O trabalho, que sai na revista científica britânica 'Nature' (www.nature.com), foi coordenado pelo biólogo britânico Chris Thomas, da Universidade de Leeds, e contou com a bióloga brasileira Marinez Ferreira de Siqueira, do Cria (Centro de Referência em Informação Ambiental), em Campinas. Participaram ainda cientistas do México à Austrália, que já faziam trabalhos em escala local.

'O que fizemos foi reunir o maior número possível desses estudos, cobrindo a maior área possível do planeta. Esse novo trabalho analisa esses resultados para tentar estimar os riscos de extinção', afirmou Thomas à Folha.
Envelope ambiental
O trabalho parte do pressuposto de que, para cada espécie, existe um tipo de 'envelope ambiental'. São as condições de temperatura, precipitação (quantidade de chuva) e sazonalidade (variação das estações do ano) das quais a espécie depende para sobreviver.

A partir disso, os pesquisadores criaram modelos matemáticos que levam em conta tais condições e a distribuição atual das espécies numa região, diz Siqueira.

'O algoritmo busca, fora dos pontos de ocorrência das espécies, regiões similares onde a espécie poderia ocorrer --no presente e no futuro, usando as projeções do IPCC [Painel Intergovernamental de Mudança Climática, órgão da ONU] para daqui a 50 anos', explica a bióloga, que estudou os efeitos de possíveis alterações sobre espécies de árvore presentes no cerrado.

O que acontece é que, em diversos casos, e de acordo com a intensidade de mudança ambiental gerada pelo aquecimento nos vários cenários futuristas estimados pelo IPCC, a área disponível para uma espécie encolhe tanto que ela simplesmente pode cair fora do mapa --correndo o risco de se extinguir. No pior dos mundos, esse é o destino esperado para 75 de um total de 163 espécies de árvore do cerrado, como a douradinha (Palicourea rigida) ou o murici (Byrsonima coccolobifolia), de acordo com Siqueira.

'Claro que isso vai variar de espécie para espécie', ressalva a bióloga. Algumas estimativas não levam em conta, por exemplo, a capacidade de dispersão das espécies pelo ambiente, ou a adaptação delas a habitats diversos. 'Mas você supõe que as necessidades ecológicas de uma espécie não vão variar em 50 anos', pondera a pesquisadora.

O resultado parece se repetir em grupos de seres vivos, de forma ligeiramente diferente, por todas as regiões do planeta estudadas pela equipe. No entanto, ainda é difícil imaginar se haveria efeitos positivos da mudança climática global sobre algum tipo de ecossistema.

'áreas frias e secas podem ver aumentos na diversidade local, se houver aumentos na temperatura e na precipitação, mas as espécies adaptadas ao frio e à seca poderiam estar em risco mesmo assim', diz Thomas.

Embora o trabalho para entender como as variáveis climáticas e biológicas interagem esteja só no começo, pode ser que a incorporação de mais complexidade aos modelos mostre que o quadro é ainda pior do que se pensava.

'Dado que a quantidade mínima de aquecimento global esperada para 2050 é cada vez mais improvável, por causa da relutância de países-chave em ratificar [o protocolo de] Kyoto [que propõe medidas contra o problema], isso pode sugerir que nossas estimativas mais otimistas não são realistas', avalia Thomas.

'Na minha opinião, esses dados são bastante alarmantes e devem ser levados em consideração para decisões sobre conservação de espécies no Brasil', diz Siqueira.

'No entanto, há um fio de esperança', ressalva Thomas. 'Há enormes diferenças nas extinções projetadas para aquecimento global mínimo ou máximo, de forma que a ação política ainda poderia salvar um número enorme de espécies. E elas não se tornam extintas no momento em que o clima muda. Portanto, reverter o aquecimento poderia salvar algumas ou talvez muitas espécies'.

13/07/2008 GMT 1

Buaaaaaaaaa!

paulosilva @ 22:51

Ninguém mais entra no meu blog,buaaaaaaa.Se continuar assim eu não vou mais fazer blog,vou excluir ele,do que adianta ter um blog sendo que ninguém entra.Se continuar assim eu vou excluir ele.

11/07/2008 GMT 1

Efeito estufa!

paulosilva @ 23:47

O efeito estufa (ou efeito de estufa, como se diz em Portugal) é um processo que acontece quando uma parcela dos raios infravermelhos refletidos pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como conseqüência disso, a temperatura da Terra fica contida e não é soltada ao espaço permanecendo maior do que seria na ausência desse gases. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.
O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como aquecimento global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa.
Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2O), CFC´s (CFxClx)) absorvem alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa».
Um dos piores gases é o metano, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono é produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases soltados.
O nome «efeito estufa» é um nome infeliz porque a atmosfera não se comporta como uma estufa (ou como um cobertor). Numa estufa, o aquecimento dá-se essencialmente porque a convecção é suprimida. Não há troca de ar entre o interior e o exterior. Ora acontece que a atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: em média, a temperatura da atmosfera é constante e a energia absorvida transforma-se imediatamente na energia cinética e potencial das moléculas que existem na atmosfera. A atmosfera não reflete a energia radiada pela Terra. Os seus gases, principalmente o dióxido de carbono, absorvem-na. E se radia, é apenas porque tem uma temperatura finita e não por ter recebido radiação. A radiação que emite nada tem que ver com a que foi absorvida. Tem um espectro completamente diferente.
É importante destacar que o efeito estufa, muitas vezes referido pela imprensa como o grande vilão da história, é na verdade benéfico para a vida na Terra, pois é ele que mantém as condições ideais para a manutenção da vida, com temperaturas mais amenas e adequadas. Porém, o excesso dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, ao qual desencadeia um fenômeno conhecido como Aquecimento Global, que é o grande vilão.
O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta. São a maioria e omnipresentes na mídia. Do outro lado estão os "céticos", que afirmam que o aquecimento acelerado está muito mais relacionado com causas intrínsecas da dinâmica da Terra, do que com as reclamadas desmatamento e poluição que mais rápido causam os efeitos indesejáveis à vida sobre a face terrestre do que propriamente a capacidade de reposição planetária.
Ambos os lados apresentam argumentos e são apoiados por forças sociais.
A poluição dos últimos duzentos anos tornou mais espessa a camada de gases existentes na atmosfera. Essa camada impede a dispersão da energia luminosa proveniente do Sol, que aquece e ilumina a Terra, e também retém a radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície do planeta. O efeito do espessamento da camada gasosa é semelhante ao de uma estufa de vidro para plantas, o que originou seu nome. Muitos desses gases são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Sua existência é indispensável para a existência de vida no planeta, mas a densidade atual da camada gasosa é devida, em grande medida, à atividade humana. Em escala global, o aumento exagerado dos gases responsáveis pelo efeito estufa provoca o aquecimento do global, o que tem conseqüências catastróficas. O derretimento das calotas polares e de geleiras, por exemplo, eleva o nível das águas dos oceanos e dos lagos, submergindo ilhas e amplas áreas litorâneas densamente povoadas. O superaquecimento das regiões tropicais e subtropicais contribui para intensificar o processo de desertificação e de proliferação de insetos nocivos à saúde humana e animal. A destruição de habitats naturais provoca o desaparecimento de espécies vegetais e animais. Multiplicam-se as secas, inundações e furacões, com sua seqüela de destruição e morte.

01/07/2008 GMT 1

Imagem de Venus

paulosilva @ 17:56

Esse é Vênus.225px-venus_globe1.jpg

Venus

paulosilva @ 17:54

Venus é um planeta que parece um pouco com a Lua,é um planeta muito quente,pois e o segundo planeta do sistema solar,a posição do nosso planeta está ótimo pois não é quente de mais e nem frio de mais,não tenho muitas informações sobre venus,mas pelo menos tenho uma imagem de como ele é.
Até a próxima!

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